Noites....
A noite sombria me envolve como a dama que escolhe alguém para lhe pagar uma bebida. Vivo assim nas sombras, meu peito chorapor tudo não ter valido a pena.
Caminho ara um lugar que tudo a morte, só há cadaveres ao meu redor. tudo tão sem vida.
eu que vivo a te pertubar minha obre e doce menina. desjo ver teus pequenos olhos a chorar por causa minha.
Vida infeliz, s assim a puder chamar uma vez assim. Minha garganta se fecha, se cala, me sufoca, me mata aos poucos, me consomeaos poucs e por inteiro este fogo do rancor ao qual me perdi e me perco.
Tudo é mágoa, a morte me consome, o sangue chega aos meus olhos e desce a garganta cheio de venenos e angústias. Tu que sente angústias, eu nem sei mais o que é itso, meu prório veneno me corroera por dentro a fora. Tenho apenas minha imagem cadavérica jogada ao chão, no caixão da morte imlorando ajuda ou aenas motivos pra continuar minha morte amaldiçoada. Meus restos se foram... tudo se foi...
Tento te levar comigo, mas tu não deixa, tu resiste tão friamente que até sinto dó de ti menina das múltiplas facetas, que chora pelos cantos. Tentarei outras vezes, te levarei comigo ara meu mundo das cinzas, onde tudo é sem cor assim como você sem cor e sem vida. Com lágrimas no olhar me sinto esplendorosamente feliz em te ver em prantos doce e triste menina.
Deixa eu te levar... te levar... te levar pros meus encantos. Sim, o que tu buscou e não conseguiu eu hoje quero te ajudar, te levar, mas tu não queres e se apega a forças que tu supõe ser superior. Isso é baixo, sujo assim como você.
O frio consome tua alma e tu definha a cada segundo.


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