terça-feira, 19 de janeiro de 2010


Despedidas...


Minh'lma despede-se de ti como num soneto bonito e sem vida.

Porém meus olhos marejados e negros não conseguem dizer adeus, ficaram presos no teu sofrimento e no teu pranto.

Pranto que já derramei em teu nome.

Chorei, chorei na esperança de que seus olhos não se virassem e me deixassem só.

Me despreendi desse mundo, não fui feliz... só lágrimas e degosto... traí minha honra e meus valores.

Fui amaldiçoada a ter a solidão.

Nunca amei e quando me deparei com seus olhos, minh'lma se foi. Ela nunca soube o sentido do amor, já que sempre abdicou a compania de seus olhos.

Em segundos, as lágrimas saltitavam pela face pálida... olhos inanimados, tendo apenas vagas lembranças de um passado sórdido... o rosto já não era o mesmo... perdera a cor, o ânimo e morrera.

Hoje sou lembrança de uma vida repleta de tristezas e mágoas.

Sim... errei!

abdique de sua solidão... una se aos olhos de sua alma.

Nenhum comentário:

Postar um comentário