
Despedidas...
Minh'lma despede-se de ti como num soneto bonito e sem vida.
Porém meus olhos marejados e negros não conseguem dizer adeus, ficaram presos no teu sofrimento e no teu pranto.
Pranto que já derramei em teu nome.
Chorei, chorei na esperança de que seus olhos não se virassem e me deixassem só.
Me despreendi desse mundo, não fui feliz... só lágrimas e degosto... traí minha honra e meus valores.
Fui amaldiçoada a ter a solidão.
Nunca amei e quando me deparei com seus olhos, minh'lma se foi. Ela nunca soube o sentido do amor, já que sempre abdicou a compania de seus olhos.
Em segundos, as lágrimas saltitavam pela face pálida... olhos inanimados, tendo apenas vagas lembranças de um passado sórdido... o rosto já não era o mesmo... perdera a cor, o ânimo e morrera.
Hoje sou lembrança de uma vida repleta de tristezas e mágoas.
Sim... errei!
abdique de sua solidão... una se aos olhos de sua alma.

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